Foto: DR

O plano, aprovado inicialmente em 2012 e já alterado em 2015, abrange uma área com cerca de 13 hectares na zona poente da cidade.

De acordo com o documento, a alteração incide sobre uma zona da rua da Floresta (Quarteirão G07.3), onde a limitação ao uso terciário tem contribuído para a existência de espaços urbanos sem ocupação.

O documento justifica a alteração com a crescente pressão habitacional no concelho, associada ao crescimento industrial e logístico, defendendo a necessidade de adaptar o planeamento urbano à realidade atual.

A alteração é considerada pontual e não deverá implicar impactes ambientais significativos.

Recorde-se que, em 2025, o Porto de Sines anunciou que pretende investir 10 milhões de euros até 2028 na construção de 50 fogos para colmatar a falta de habitação, face aos investimentos previstos para este território.

Na altura, a Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS) revelou que solicitou à câmara municipal “a alteração ao PP Zona Poente de Sines” visando um terreno da autoridade portuária.

Segundo a APS, depois de aprovado pelo município, o terreno “ficará habilitado a acolher projetos de habitação, ao abrigo das recentes alterações à legislação no âmbito do urbanismo e ordenamento do território”.

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SANTIAGO DO CACÉM
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