Câmara de Santiago do Cacém aprova projeto de três milhões para requalificar Bairro da Atalaia
A Câmara Municipal de Santiago do Cacém aprovou, no dia 7 de maio, em reunião de Câmara, o projeto de requalificação do Espaço Público do Bairro da Atalaia, em Vila Nova de Santo André, num investimento de cerca de três milhões de euros.
Foto: CMSC
Segundo o município, em comunicado, a intervenção pretende qualificar a imagem geral do bairro, quer do ponto de vista paisagístico, quer funcional, com melhorias ao nível da acessibilidade, mobilidade, estacionamento, espaços verdes, drenagem, rede de esgotos domésticos e mobiliário urbano.
De acordo com o presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Bruno Gonçalves Pereira, a aprovação do projeto não encerra a discussão com a população.
O projeto foi aprovado “sem prejuízo de, em próximas reuniões, serem discutidas questões de pormenor relativas" ao mesmo "com os munícipes e moradores do Bairro da Atalaia e a Junta de Freguesia de Santo André”, ressalvou.
A operação prevê a requalificação das zonas de circulação pedonal, a reabilitação dos passeios existentes, a criação de acessos desnivelados às passadeiras e a remoção de obstáculos, de forma a melhorar as condições de mobilidade e acessibilidade no bairro.
Está também contemplada a reorganização do espaço público, com a redefinição das áreas pedonais, de circulação mista e viária, a repavimentação de zonas degradadas e o reforço de algumas tipologias de pavimento.
Na componente ambiental, a intervenção inclui a reestruturação dos espaços verdes, a reformulação da rede de rega e a redução dos custos de manutenção, mantendo, sempre que possível, a arborização existente.
A proposta preconiza ainda soluções para resolver problemas de drenagem pluvial e da rede de esgotos domésticos, bem como uniformizar as tampas das caixas existentes.
Outro dos objetivos passa por ordenar o estacionamento e criar novas bolsas para responder às necessidades do bairro, retirando viaturas das zonas pedonais e garantindo o acesso a garagens e estacionamentos privativos devidamente licenciados.
A área de intervenção abrange cerca de 67 mil metros quadrados, excluindo as áreas edificadas e zonas já intervencionadas em operações anteriores.
Segundo a autarquia, o projeto procura manter a articulação visual e funcional entre as zonas dos blocos plurifamiliares e as áreas de moradias unifamiliares.
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