Foto: CMS

Questionado sobre a não atribuição do galardão à praia da cidade, o autarca admitiu que o problema está relacionado com a necessidade de um forte investimento nesta área.

“Tem muito a ver com um problema que eu já falei por diversas vezes” relacionado com “as infraestruturas de saneamento, que infelizmente estão num estado precário e que têm como consequência a praia não reunir os critérios, que são bastante exigentes, da Bandeira Azul”, afirmou Álvaro Beijinha.

O autarca sublinhou que, ainda assim, Sines conta com outras praias galardoadas, mas lamentou que a praia Vasco da Gama, considerada uma das referências da cidade, continue sem cumprir todos os requisitos necessários.

“É certo que temos outras praias com Bandeira Azul, mas não temos aqui a praia da cidade. Espero, no futuro, que esta situação venha a ser resolvida, mas requer um investimento fortíssimo na área do saneamento”, referiu.

Apesar disso, admitiu que dificilmente a praia Vasco da Gama poderá voltar a hastear a Bandeira Azul já no próximo ano.

“Estamos a arranjar formas de minimizar o problema, mas para o resolver tem de haver um forte investimento que elimine esse problema de uma vez, e isso vai levar algum tempo. Não posso garantir quanto tempo, posso garantir que a câmara, neste momento, já está a trabalhar nesse sentido”, afirmou.

Apesar da ausência do galardão, o autarca garantiu que a praia poderá continuar a ser utilizada pelos banhistas e terá vigilância assegurada.

“A questão da vigilância está assegurada, tal como nos outros anos”, garantiu.

Sobre o início da época balnear apenas a 13 de junho, o presidente da Câmara explicou que se trata de procedimentos já definidos pelos serviços municipais, mas admitiu que a data poderá ser revista no futuro.

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