Foto: CMS

Para o autarca, que falava aos jornalistas à margem da cerimónia do Dia do Comando Territorial de Setúbal da GNR, a realização da cerimónia em Sines representa “um sinal importante” para o território, numa altura em que o concelho vive uma fase de forte investimento industrial.

“Temos aqui um sinal importante para Sines, que tem a ver com a realidade" deste território, "com tudo aquilo que está a acontecer, com estes fortes investimentos que estão a atrair centenas, milhares de pessoas e que se prevê que ainda mais possam vir”, afirmou.

No seu entender, este crescimento tem consequências diretas ao nível da segurança, sendo necessário um reforço dos meios disponíveis.

“Obviamente que isso tem implicações ao nível da segurança e, em particular, o reforço da segurança é o que queremos”, sublinhou o autarca que aproveitou a presença do comandante-geral da GNR na cerimónia para o sensibilizar para a realidade do concelho.

“Já tive oportunidade de trocar impressões com o comandante-geral da GNR para o consciencializar daquilo que está aqui a acontecer. Sines precisa de maior robustez em termos de segurança, mais meios e mais efetivos”, afirmou.

Por isso, defendeu que o concelho concentra infraestruturas críticas para o país, o que representa “um risco acrescido” e exigiu uma resposta mais robusta por parte das estruturas centrais do Estado.

“Não podemos ter uma resposta, sem prejuízo de todo o esforço que o posto de Sines tem tido, e até o destacamento e mesmo a nível distrital. Tem havido essa preocupação, mas tem de haver outros meios em termos centrais que permitam alocar recursos com outra robustez”, assinalou.

A cerimónia do Dia do Comando Territorial de Setúbal da GNR decorreu hoje em Sines e contou com a presença de responsáveis da Guarda Nacional Republicana, do secretário de Estado Adjunto da Administração Interna, autarcas e entidades oficiais.

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