Foto: ACP

A Federação do Baixo Alentejo do Partido Socialista considera que o modelo aprovado pelo Governo é insuficiente e injusto para a região.

Em causa está o facto de a isenção ser apenas parcial, dependendo da área de residência ou sede, ao contrário do que acontece noutras regiões do país, como o Algarve, onde a isenção é mais abrangente.

Os socialistas alertam para situações consideradas discriminatórias. Por exemplo, um cidadão poderá beneficiar da isenção num percurso e ter de pagar portagens noutro, mesmo dentro da região, dependendo do destino.

Também as empresas, dizem, ficam em desvantagem competitiva, ao suportarem custos adicionais em deslocações fora dos troços abrangidos.

Além disso, o PS critica a nova portaria que regulamenta o acesso à isenção, acusando o Governo de criar um processo burocrático complexo que pode dificultar a aplicação da medida.

A federação exige, por isso, a revisão do modelo atual, defendendo uma isenção total nas autoestradas A2 e A6 para residentes e empresas do Alentejo.

Os socialistas pedem ainda a revogação da portaria, considerando que a informação necessária já está disponível junto das concessionárias, sem necessidade de mais procedimentos administrativos.

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SANTIAGO DO CACÉM
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