Greve geral com adesão em empresas, autarquias e saúde no Litoral Alentejano
A greve geral desta quarta-feira está a ter expressão no Litoral Alentejano, com paralisações e níveis elevados de adesão em algumas empresas, serviços municipais e unidades de saúde, segundo dados divulgados pela CGTP-IN às 07:56.
Foto: FENPROF
Em Sines, a Euroresinas surge na listagem sindical com a produção parada. Também o Terminal de GNL da REN Atlântico registava uma adesão de 95%, de acordo com os mesmos dados.
Em Santiago do Cacém, os efeitos da greve fizeram-se sentir nos serviços municipais, com a recolha noturna de resíduos sólidos urbanos da Câmara Municipal indicada como encerrada. Ainda no concelho, o Hospital do Litoral Alentejano apresentava uma adesão de 62% entre os enfermeiros.
A paralisação também abrangeu Odemira, onde a Vitacress registava uma adesão de 93%. Em Alcácer do Sal, a recolha diurna de resíduos sólidos urbanos da Câmara Municipal constava igualmente como encerrada.
A greve geral foi convocada pela CGTP-IN contra o pacote laboral do Governo, que prevê alterações ao Código do Trabalho. A central sindical contesta medidas que, segundo defende, podem facilitar despedimentos, aumentar a precariedade, desregular horários e limitar direitos laborais. A paralisação afetou vários setores a nível nacional, incluindo transportes, escolas, saúde e serviços públicos.
Na listagem consultada, não surgem dados específicos relativos a Grândola. Os números conhecidos até ao início da manhã dizem respeito sobretudo aos concelhos de Sines, Santiago do Cacém, Odemira e Alcácer do Sal.
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