Foto: GNR

A operação, conduzida pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), teve como principal objetivo prevenir e detetar irregularidades associadas à atividade cinegética, garantindo o cumprimento das normas de conservação da fauna e a gestão sustentável dos recursos.

Durante este período, foram detetados 136 crimes, destacando-se 70 relacionados com a prática de caça em locais não autorizados, como terrenos não cinegéticos ou zonas de caça sem acesso legal, e 32 por incumprimento das normas de conservação das espécies.

No âmbito da fiscalização, foram ainda registadas 345 contraordenações. Entre as infrações mais frequentes estão a falta de documentação obrigatória durante o exercício da caça, o transporte de armas em condições ilegais e irregularidades por parte das entidades gestoras das zonas de caça.

A operação resultou também em diversas apreensões, incluindo documentos, espécies cinegéticas, armas e outros materiais associados à atividade.

Para além da componente repressiva, a GNR destaca o reforço das ações de sensibilização junto dos caçadores, promovendo práticas seguras e sustentáveis.

A força de segurança reforça ainda que a proteção ambiental e da biodiversidade continua a ser uma prioridade estratégica, apelando à denúncia de infrações através da Linha SOS Ambiente e Território.

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SANTIAGO DO CACÉM
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