Foto: FCACA

A mostra propõe uma experiência visual marcada pelo azul intenso característico da técnica da cianotipia, desafiando o público a refletir sobre padrões sociais e as formas de censura que lhes estão associadas.
Segundo a organização, “Slow Blues” é um convite a abandonar preconceitos e a apreciar a liberdade e a coragem expressas nas obras expostas.
A inauguração da exposição está marcada para o dia 14 de março, às 16:00,  podendo ser visitada até 18 de abril, de quinta-feira a sábado, entre as 14:00 e as 18:00.
Com esta iniciativa, a Fundação reforça a sua programação cultural e o apoio à criação artística contemporânea, proporcionando à comunidade um espaço de reflexão através da arte.
A cianotipia, técnica fotográfica criada em 1842 pelo cientista britânico John Herschel, é um dos processos fotográficos mais antigos e distingue-se pelo seu característico azul da Prússia.
Baseada numa reação química à luz solar, permite criar imagens de forte contraste em tons de azul e branco, tendo sido historicamente utilizada na reprodução de plantas técnicas, os chamados “blueprints”, e em trabalhos pioneiros como os da botânica e fotógrafa Anna Atkins.
Hoje, é amplamente explorada na arte contemporânea pelo seu caráter artesanal e expressivo, dimensão que está no centro da proposta estética de “Slow Blues”.

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SANTIAGO DO CACÉM
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