Foto: CMAS

Em declarações à rádio M24, o presidente da federação, João Ludovico, lembrou que a posição foi transmitida ao ministro da Administração Interna numa reunião em Alcácer do Sal.

O responsável considerou que as sub-regiões da Península de Setúbal e do Alentejo Litoral correspondem melhor às características do território do que um regresso ao modelo distrital.

“Nós defendemos o modelo subregional. Pensamos que, na nossa realidade territorial, a sub-região da Península de Setúbal e a sub-região do Alentejo Litoral se enquadram perfeitamente”, frisou João Ludovico.

O presidente da federação admitiu que há sempre aspetos a melhorar, mas defendeu que a experiência dos últimos anos tem sido positiva.

Segundo João Ludovico, as corporações da Península de Setúbal têm trabalhado bem no modelo subregional e as corporações do Alentejo Litoral sentiram uma maior proximidade, nomeadamente ao nível da formação.

“As corporações do Alentejo Litoral também sentiram aqui uma maior aproximação, mesmo a nível de formação”, sublinhou.

Apesar de reconhecer que existem posições diferentes noutras regiões do país, o presidente da Federação acrescentou que, para o distrito de Setúbal, a continuidade dos comandos subregionais é a solução mais adequada.

A Federação promete continuar a defender esta posição publicamente e nos fóruns próprios, até ser conhecida a proposta final do Governo sobre a futura organização da proteção civil.

“A nossa posição vai continuar a ser esta e muito clara: vamos defender a continuidade dos comandos subregionais”, reforçou João Ludovico

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