Foto: DR

"As comissões de utentes do litoral alentejano apelam a que todos os trabalhadores adiram à grande greve geral e que os utentes dos diversos serviços públicos tenham a devida compreensão, no caso dos serviços públicos encerrados, porque é a melhoria no funcionamento dos mesmos", argumentou numa nota enviada à rádio M24.

No entender da coordenadora, "os serviços públicos precisam de ser defendidos e melhorados", dando como exemplo a existência de "cerca de 25 mil utentes sem médico de família no litoral alentejano e a falta de cerca de 100 enfermeiros na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano".

Também a "falta de trabalhadores nos serviços públicos, como serviços de Finanças, Registo Civil e também o Registo Predial" é outro dos argumentos da estrutura para a adesão à greve geral.

Na mesma nota, a coordenadora apela ao Governo e ao primeiro-Ministro, Luís Montenegro, para a "resolução de todos estes problemas" e exigem a adoção de medidas que consideram essenciais.

Entre elas a contratação de médicos, enfermeiros, auxiliares de ação médica, técnicos de diagnóstico e terapêutica, entre outros, com "salários justos e carreiras dignas".

Exigem igualmente a aplicação da medida de dedicação exclusiva, com a devida remuneração, a construção da maternidade no Hospital do Litoral Alentejano, o fim do processo de encerramento das maternidades em Setúbal e no Barreiro, a contratação de trabalhadores em número suficiente para os serviços de finanças, registo civil e registo predial, a colocação do IVA da eletricidade e também do gás de botija nos 6%, a regulação do preço dos combustíveis e o fim do Pacote Laboral.

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SANTIAGO DO CACÉM
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