Foto: DR

O representante da Comissão de Trabalhadores, Fábio Pereira, alerta para os riscos do negócio: “Consideramos que pode ser muito desastroso, até porque estão em causa postos de trabalho e os direitos dos trabalhadores.”

Fábio Pereira criticou ainda a falta de informação por parte da empresa e do Governo aos trabalhadores que exigem respostas.

“Como a administração diz, o Governo já tem toda a informação sobre o negócio, mas a nós, trabalhadores, não diz absolutamente nada.”

Também a Fiequimetal apontou falta de transparência em todo o negócio. O dirigente Mário Matos deixou um aviso.

“Esperemos que agora, por uma decisão puramente económica, não fiquemos sem outra [refinaria].”

O acordo prevê a criação de duas novas empresas, incluindo uma plataforma industrial onde a Galp terá uma participação minoritária. Em causa pode estar o futuro da refinaria de Sines, considerada estratégica para o país.

Durante a manifestação, o presidente da Câmara, Álvaro Beijinha, também mostrou preocupação.

“Estamos a falar de uma refinaria que é única neste momento em Portugal e absolutamente estratégica para o país.”



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