Foto: APS

De acordo com a administração portuária, na campanha de 2025 foram realizadas “4.630 inspeções fitossanitárias, sendo que em setembro – o mês mais exigente – foi possível alcançar uma média de 68,6 inspeções por dia útil”.

“Trata-se de um período de grande exigência de todos os 'stakeholders', autoridades e agentes económicos, devido a um pico de movimentação de uma tipologia de carga com necessidades inspetivas e operacionais”, realçou.

Segundo a empresa, “a movimentação de produtos refrigerados, como os citrinos, implica um cuidado operacional acrescido, dado serem cargas perecíveis que exigem procedimentos de descarga e despacho rápidos e rigorosos para garantir a sua qualidade”.

Neste sentido, a autoridade portuária de Sines, que coordena, há alguns anos, um grupo de trabalho constituído pelos principais agentes económicos e autoridades que acompanham a campanha, comprometeu-se a posicionar, no futuro, o porto de Sines “como um grande porto de importação e exportação”, com o reforço das equipas das autoridades, para possibilitar “horários mais alargados e alinhados com a operação portuária”.

O Porto de Sines é um ponto de entrada no mercado europeu e este tipo carga teve como origem principal um país terceiro - a África do Sul, cuja importação tem regras definidas na União Europeia.

Grande parte destas mercadorias têm como destino final o mercado espanhol, reforçando o posicionamento Sines enquanto porto de implantação em Portugal e Espanha, em alinhamento com o objetivo estratégico de captura de carga ibérica.

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SANTIAGO DO CACÉM
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