Câmara, IP, Rodoviária do Alentejo e CIMAL reúnem terça-feira para solucionarem horários dos transportes escolares na EN121
O presidente da Câmara de Santiago do Cacém reúne, esta terça-feira, com responsáveis da Infraestruturas de Portugal (IP), Rodoviária do Alentejo e Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral (CIMAL) para, em conjunto, encontrarem "soluções para os alunos do interior do concelho que se deslocam diariamente para Santiago do Cacém" e são obrigados a fazer um desvio [...]
O presidente da Câmara de Santiago do Cacém reúne, esta terça-feira, com responsáveis da Infraestruturas de Portugal (IP), Rodoviária do Alentejo e Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral (CIMAL) para, em conjunto, encontrarem "soluções para os alunos do interior do concelho que se deslocam diariamente para Santiago do Cacém" e são obrigados a fazer um desvio de quase 20 quilómetros devido ao encerramento da EN 121.

De acordo com o município, em comunicado, a IP já terá manifestado "disponibilidade para assumir os custos com o reforço de autocarros, de modo a repor os horários dos transportes escolares" anteriores ao corte daquela via devido aos trabalhos de supressão da passagem de nível na EN121, entre Santiago do Cacém e São Bartolomeu da Serra, e a construção de uma passagem superior, a cargo da empresa pública que gere as infraestruturas ferroviárias e rodoviárias em Portugal
A autarquia não aceita o facto de "a IP ter avançado com a intervenção na EN 121, junto à passagem de nível, mantendo o corte da via, apesar de ter sido exigida a suspensão da mesma", considerando que a intervenção "não cumpre com o solicitado na reunião, que decorreu no dia 18 de janeiro, entre o presidente da Câmara Municipal, Álvaro Beijinha, e o presidente da Infraestruturas de Portugal, Miguel Cruz".
Por isso, "continua a exigir" a "adoção de melhores soluções para minimizar os prejuízos que o encerramento da EN 121 traz para a população" e garante que "fará tudo o que estiver ao seu alcance para que a empresa, que é responsável pela obra na EN 121" garanta "as condições de segurança da população e evite ao máximo os constrangimentos que advém desta intervenção".
"No encontro decorrido entre a IP e a Câmara Municipal de Santiago do Cacém, na passada sexta-feira (20 de janeiro), no local da obra, a IP mostrou-se intransigente, contrariando a solução" apresentada pela autarquia "para o desvio do trânsito", lê-se no comunicado.
A proposta apresentada inclui a passagem de um só sentido, Ermidas-Sado – Santiago do Cacém, pelo caminho da Mulinheta e, no sentido inverso, pelo caminho paralelo à EN 121, ligação Santiago do Cacém – São Bartolomeu da Serra.
Segundo o município, "a IP sustenta a posição de manter os desvios como se encontram, desde o dia 16 de janeiro, comprometendo-se apenas com o reforço da sinalética, a colocação de proteções e a manutenção do piso, sempre que necessário, no caminho da Mulinheta".
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