Foto: Portugal Ferroviário

O projeto, considerado estratégico para o concelho, representa um investimento na ordem dos quatro milhões de euros e pretende criar um interface que articule os transportes rodoviários regionais e urbanos, com cais de embarque, estacionamento de apoio e edifícios de apoio, nomeadamente sala de espera, bilheteira, WCs e cafetaria, ao mesmo tempo que promove a requalificação urbana da zona envolvente.

Em declarações à rádio M24, o presidente da autarquia, Álvaro Beijinha, sublinhou a importância da obra, realçando tratar-se de uma infraestrutura indispensável para o concelho e para a cidade de Sines.

“Estamos a falar de uma infraestrutura absolutamente indispensável para a cidade de Sines, aliás eu próprio foquei isso mesmo durante a campanha eleitoral. Nós encontrámos o projeto, no qual o anterior executivo tinha trabalhado, mas que estava na gaveta, que fomos reaproveitar e atualizamos a estimativa de custos”, explicou.

O autarca destacou ainda que o projeto será candidatado a financiamento comunitário, através do Fundo de Transição Justa.

“Há esta oportunidade de candidatar ao financiamento através do Fundo de Transição Justa, até ao final de maio, e para isso temos de ter o projeto aprovado e o concurso público lançado, e é isso que pretendemos fazer”, afiançou.

Segundo Álvaro Beijinha, trata-se de "um investimento na ordem dos quase quatro milhões de euros que não é apenas a construção das infraestruturas para o interface, mas também um nível de requalificação urbana em toda a zona envolvente" da antiga estação de comboios.

O presidente da Câmara acrescenta ainda que a localização escolhida deixa em aberto perspetivas futuras: “A própria localização que ali apontamos também já perspetiva a possibilidade de, no futuro, haver comboio de passageiros para Sines.”

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SANTIAGO DO CACÉM
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