Foto: CMG

Segundo o município, em comunicado, a intervenção é candidata ao Fundo para a Transição Justa.

O projeto prevê a reformulação da rua Dom Afonso Henriques, a relocalização da praça de táxis e a criação de um cais de acostagem para autocarros, com zona de espera para passageiros.

Segundo o presidente da Câmara, Luís Vital Alexandre, o objetivo é melhorar as condições para os utentes do transporte público, garantindo uma zona de espera mais confortável, melhores condições de embarque e desembarque, sanitários e espaço preparado para a futura operação de transporte urbano.

O projeto visa "restituir a dignidade aos utentes do transporte público, criando condições de espera e estadia em sala, uma zona de embarque e desembarque nos autocarros em segurança e mais confortável, disponibilizar sanitários e criar as condições para a operação de um futuro transporte urbano", explicou o autarca.  

O município pretende lançar o concurso público para a empreitada até ao final do verão.

Em paralelo, está em fase de adjudicação um estudo para a introdução de transporte urbano em Grândola, com ligações dentro da vila, aos bairros e às aldeias limítrofes, em articulação com os Transportes do Alentejo Litoral.

O estudo deverá ainda analisar soluções de transporte a pedido e transporte flexível.

"Há muito que faz falta em Grândola transporte urbano. Carreira curtas que levem as pessoas ao Centro de Saúde, que facilitem a chegada às escolas, que permitam a mobilidade de pessoas entre as zonas mais distantes do centro da vila", sustentou.

A par disso, acrescentou, "este estudo que vamos iniciar agora vai também analisar o transporte a pedido e o transporte flexível, soluções onde, por exemplo, os táxis podem ser uma mais-valia".

O projeto foi aprovado com os votos favoráveis do PS e da AD e os votos contra dos vereadores da CDU.

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SANTIAGO DO CACÉM
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