Foto: DR

Em comunicado, a CCDR do Alentejo indicou que o concurso, financiado a 100% pelo Fundo para uma Transição Justa, pretende apoiar “percursos individuais de educação, formação e certificação de antigos trabalhadores” afetados pelo encerramento da central a carvão.  

Visa igualmente “promover a aquisição e o reforço de competências que facilitem a empregabilidade” e “a requalificação profissional, a adaptação dos trabalhadores aos desafios da transição energética e da transformação económica do território”, acrescentou.

Segundo a CCDR do Alentejo, são elegíveis “ações de formação certificada” que permitam a “obtenção ou reforço de qualificações escolares e profissionais”, incluindo “cursos de ensino superior, formação profissional ministrada por entidades certificadas pela DGERT [Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho] e outras formações promovidas por entidades legalmente habilitadas para o efeito”. 

“O aviso apoia igualmente a participação em processos de certificação profissional e escolar, desde que contribuam para o reforço das qualificações dos participantes”, referiu.

Deverão ser privilegiadas “áreas com potencial de crescimento” no Alentejo Litoral:“energias renováveis, economia do mar, fileiras agroalimentar, turismo e construção”.

Podem candidatar-se exclusivamente os ex-trabalhadores da Central Termoelétrica de Sines, independentemente da sua situação face ao emprego à data de início da formação, precisou aquele organismo.

Ainda de acordo com a CCDR do Alentejo, a iniciativa enquadra-se no Plano Territorial para uma Transição Justa do Alentejo Litoral, e procura “minimizar os impactos sociais e laborais decorrentes do encerramento” da antiga central “e apoiar o desenvolvimento de novas competências alinhadas com as oportunidades emergentes na região”.



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SANTIAGO DO CACÉM
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