Foto: ULSLA

Segundo a ULSLA, esta abordagem "minimamente invasiva", realizada pela primeira vez no Hospital do Litoral Alentejano (HLA), "permite reduzir a agressividade cirúrgica, favorecer uma recuperação mais rápida e melhorar os resultados estéticos, mantendo elevados padrões de segurança e eficácia clínica".

O cancro da mama continua a ser a doença oncológica mais frequente na mulher em Portugal, com cerca de 9.000 novos casos diagnosticados anualmente.

"Também no Litoral Alentejano se tem verificado um aumento progressivo da sua incidência, reforçando a importância da disponibilização de respostas cada vez mais diferenciadas e próximas da população", referiu a unidade.

Para a ULSLA, a realização desta cirurgia "representa mais um passo na diferenciação dos cuidados prestados" e "resulta do trabalho conjunto das equipas de Senologia, Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, reforçando a capacidade da instituição para disponibilizar técnicas de referência sem necessidade de deslocação dos doentes para outros centros hospitalares".

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