União de Freguesias de Santiago do Cacém, Santa Cruz e São Bartolomeu da Serra com orçamento de 625 mil euros
A União de Freguesias de Santiago do Cacém, Santa Cruz e São Bartolomeu da Serra conta com um orçamento de 625 mil euros para este ano, com o reforço dos recursos humanos e do parque de viaturas, melhoria de caminhos rurais e dos apoios às associações.
Foto: DR
“Vamos tentar reforçar o pessoal, este novo orçamento já prevê essa situação, porque temos algum pessoal [de] baixa, e vamos reforçar o apoio às associações", assim como o "parque de viaturas”, disse o presidente da União de Freguesias, José Cavalinhos.
As Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2026 foram aprovadas com sete votos a favor do movimento Somos Todos Cidadãos (STC) e a abstenção da CDU (seis) na Assembleia de Freguesia.
Em declarações à rádio M24, o autarca, eleito pelo movimento Somos Todos Cidadãos (STC), identificou a habitação como uma das principais preocupações desta freguesia.
“A maior dificuldade que sentimos é ao nível da habitação, apesar de não ser da competência da junta que não tem possibilidades para resolver essa situação, mas para já é o principal problema que vemos nas nossas freguesias”, afirmou.
Segundo o autarca, em conjunto com a Câmara Municipal de Santiago do Cacém, a junta pretende recuperar o parque da Courela Grande, em Santiago do Cacém, para evitar o seu abandono e dar especial atenção a outras localidades que também integram a união de freguesias, como Relvas Verdes, Aldeia dos Chãos, São Bartolomeu, Santa Cruz e Ademas.
“O trabalho da junta de freguesia aqui em Santiago confunde-se um pouco com o da câmara municipal e por isso gostaríamos de investir mais noutros locais que ficam fora de Santiago do Cacém, mas que merecem toda a nossa atenção”, sustentou.
A reparação dos caminhos rurais é outra das questões, às quais o autarca promete dar maior atenção.
Ainda de acordo com José Cavalinhos, a Junta de Freguesia pretende avaliar a possibilidade de introduzir, ainda este ano, um incentivo à natalidade para “as famílias mais novas” residentes neste território.
“Vamos [também] reforçar os apoios que já são atribuídos às coletividades”, garantiu o autarca, acrescentando que “a recuperação de alguns edifícios históricos” que servem de “casa a essas coletividades”, como a Sociedade Harmonia ou a Sociedade Recreativa, é outra das medidas que pretende implementar em conjunto com o município.
“São edifícios que carecem de grandes obras, mas que são essenciais para a vida dessas associações”, sustentou.
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