Foto: CMS

A obra, adjudicada por cerca de 683 mil euros, tem um prazo de execução de 90 dias, com o objetivo de reabrir a via ainda durante o verão.

O vereador da coligação PSD/CDS-PP, Miguel Vaz, alertou que a população considera que o processo está a demorar demasiado e apontou possíveis impactos negativos no turismo, tendo em conta o calendário da obra. Para minimizar esses efeitos, propôs a criação de um desvio provisório ao trânsito.

Também o vereador do movimento MAIS, Jorge Mestre, manifestou preocupação com o tempo de execução, receando derrapagens numa ligação considerada essencial para o concelho.

Já a vereadora do PS, Filipa Faria, concordou com o recurso ao ajuste direto para acelerar o processo, mas alertou para a necessidade de parecer do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas quanto ao alargamento da ponte.

Em resposta, o presidente da Câmara, Álvaro Beijinha, reconheceu a complexidade do processo, explicando que foi necessário recolher informação técnica e preparar um caderno de encargos exigente.

O autarca garantiu, ainda assim, que a expectativa é antecipar o arranque da obra, que será realizada por ajuste direto para acelerar procedimentos.

A intervenção prevê a substituição das antigas anilhas por estruturas em betão, permitindo alargar a ponte e adaptá-la à largura da estrada, além de garantir maior capacidade para caudais elevados.

Álvaro Beijinha adiantou ainda que a comunicação ao ICNF será feita, mas não deverá atrasar o início dos trabalhos.

Durante a reunião, o executivo mostrou abertura para analisar a proposta de desvio apresentada pela oposição, tendo sido também confirmado que a Administração do Porto de Sines vai ceder a pedra para a obra.

A reposição desta ligação é considerada prioritária, sobretudo com a aproximação da época balnear, devido à sua importância para residentes, comércio e acesso às praias.

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SANTIAGO DO CACÉM
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