Foto: DR

O Estudo de Impacte Ambiental esclarece que esta utilização não significa a criação de uma infraestrutura militar permanente.

Entre os usos civis previstos estão o apoio às energias renováveis ‘offshore’, aos granéis agroalimentares e à carga RO-RO. 

A Administração dos Portos de Sines e do Algarve confirmou à agência Lusa que o projeto contempla “eventuais requisitos de natureza dual”, mas sublinhou que o cais continuará vocacionado para a atividade portuária, logística e industrial. 

A futura infraestrutura terá duas frentes de acostagem, uma plataforma logística de cerca de 19 hectares, rampa RO-RO e acesso ferroviário, permitindo a transferência de mercadorias entre navios, camiões e comboios. 

Apesar de o projeto estar em avaliação ambiental, a APS esclareceu que não está previsto, nesta fase, o lançamento da empreitada.

Uma eventual construção dependerá da estratégia do porto para a movimentação de cargas especiais e das necessidades logísticas das indústrias. 

Também está em consulta pública o prolongamento, em 400 metros, do Molhe Leste do Porto de Sines, identificado como projeto associado ao futuro cais.

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SANTIAGO DO CACÉM
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