Foto: Roda Inquieta

Em comunicado, o movimento afirma que celebrar o 25 de Abril é também defender a democracia, a liberdade, o Estado social e os direitos das comunidades locais.

“Celebrar o 25 de Abril é defender justiça social e ambiental”, refere o TAMLA, sublinhando que continua “atento e ativo” nas suas reivindicações.

O movimento diz rejeitar a apropriação de terras e corpos para fins económicos que, no seu entender, colocam em causa os recursos naturais, os ecossistemas e a qualidade de vida das populações.

Entre as reivindicações apresentadas estão o reforço das comunidades rurais, o emprego digno, a habitação acessível, o acesso à saúde e a proteção ambiental.

O TAMLA afirma ainda combater a agricultura intensiva, os impactos do turismo de luxo, aquilo que classifica como “falsa transição industrial e expansão energética”, bem como a exploração da natureza e dos trabalhadores, em particular da mão de obra migrante.

O movimento integra diferentes associações e coletivos ligados a causas como a preservação de reservas naturais, a oposição a mega centrais solares e eólicas, o direito ao litoral e ao acesso às praias, a falta de habitação acessível, a exploração laboral de migrantes e a defesa de transportes públicos, incluindo a ligação por ferry boat entre Setúbal e Troia.

Entre outras preocupações, o TAMLA aponta ainda a instalação de data centers, os olivais e amendoais superintensivos e as fábricas de transformação de bagaço de azeitona como exemplos de atividades que considera problemáticas para o território.

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SANTIAGO DO CACÉM
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