Marinha e Autoridade Marítima Nacional alertam para mau tempo em Portugal Continental
A Autoridade Maritima Nacional (AMN) e a Marinha alertaram hoje para um agravamento considerável das condições meteorológicas e de agitação marítima em Portugal Continental a partir das 18:00 desta quinta-feira, até às 18:00 de domingo.
Foto: DR
De acordo com a AMN, em comunicado, a agitação marítima será caracterizada por ondulação proveniente de oeste-noroeste, com uma altura significativa entre os cinco e os sete metros e períodos a variar entre os 12 e os 13 segundos, afetando a generalidade da costa, exceto, nos dias 23 e 24 de janeiro, no Algarve.
São esperados ventos provenientes do quadrante norte a noroeste, com uma intensidade média que pode variar entre 55 e 75 km/h, com rajadas de até 110 km/h.
Um novo agravamento do estado do mar é expectável, entre os dias 24 e 25 de janeiro, com uma altura significativa entre os seis e os oito metros e períodos a variar entre os 14 e os 15 segundos. Em algumas zonas a sudoeste, a agitação marítima terá uma altura significativa entre os oito e os 10 metros e uma altura máxima de 16 metros.
Assim, a Marinha e a Autoridade Marítima Nacional recomendam, em especial à comunidade piscatória e da náutica de recreio que se encontra no mar, para o eventual regresso ao porto de abrigo mais próximo e a adoção de medidas de precaução.
Recomenda também o reforço da amarração e vigilância das embarcações atracadas e fundeadas e aconselha-se igualmente a que os marítimos mantenham um estado de vigilância permanente e acompanhem a evolução da situação meteorológica, através dos avisos à navegação e da previsão meteorológica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), bem como outras informações disponibilizadas pelas Capitanias dos Portos sobre as condições de acesso aos portos, evitando sair para o mar até que as condições melhorem.
À população em geral desaconselha-se a prática de passeios junto à orla costeira e nas praias, bem como a prática de atividades em zonas expostas à agitação marítima ou atingidas pela rebentação.
Em especial, deve ser evitado o acesso e permanência junto às falésias e zonas de arriba, sendo essencial que se adote uma postura preventiva, não se expondo desnecessariamente ao risco.
Caso exista absoluta necessidade de se deslocar até à orla costeira, deverá manter uma atitude vigilante, tendo sempre presente que nestas condições o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.
Comente esta notícia
Notícias mais vistas
GNR detém homem por suspeitas de tráfico de droga em São Francisco da Serra
24/01/2026
Rio Sado galga margens e inunda zona baixa da cidade de Alcácer do Sal
28/01/2026
Núcleo de Santiago do Cacém da Missão Coragem tem novos órgãos sociais
26/01/2026
Primeiro-ministro está hoje em Sines para assinar contratos de investimentos
20/01/2026