Marcha lenta exige melhoria de acessos afetados pela obra na A/26
Moradores e proprietários de terrenos contíguos ao traçado da A/26, que está a ser intervencionado, realizam hoje uma marcha lenta para protestarem contra a indefinição de acessos às suas residências.
Foto: DR
A ação, que irá percorrer o traçado em obras, a cargo da Infraestruturas de Portugal (IP), no nó das Ademas/Santa Cruz, no sentido Santa Cruz em direção a Grândola, está marcada para as 17:30.
O protesto surge depois de um grupo de moradores e proprietários terem solicitado uma reunião, com caráter de urgência, ao Ministério das Infraestruturas e Habitação e também à IP, sem resposta até ao momento.
Além da indefinição quanto aos futuros acessos às suas residências, os moradores e proprietários exigem igualmente a colocação de barreiras sonoras ao longo do traçado da futura A/26.
A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Santiago do Cacém, está totalmente solidária com estes Utentes e apela a que toda a População participe, para fazer ouvir o seu descontentamento junto do Ministério das Infraestruturas.
A obra é financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e “prevê a melhoria das condições de circulação e segurança”, com a duplicação do troço do IP8 para perfil de autoestrada, com cerca de 15 quilómetros, entre o nó de Roncão e Relvas Verdes, no concelho de Santiago do Cacém.
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