Grândola inaugura sexta-feira escultura do poeta Fernando Pessoa e Feira do Livro
A Biblioteca e Arquivo do município de Grândola promove a 36.ª edição da Feira do Livro, que abre ao público esta sexta-feira, às 18:00, com centenas de livros de várias dezenas de editoras que antecede a inauguração da peça escultórica "O Poeta Fernando Pessoa", no jardim Dr. Júlio do Rosário Costa, evocando a figura do [...]
A Biblioteca e Arquivo do município de Grândola promove a 36.ª edição da Feira do Livro, que abre ao público esta sexta-feira, às 18:00, com centenas de livros de várias dezenas de editoras que antecede a inauguração da peça escultórica "O Poeta Fernando Pessoa", no jardim Dr. Júlio do Rosário Costa, evocando a figura do poeta Fernando Pessoa, foi hoje divulgado.

De acordo com o município, a Feira do Livro pode ser visitada até 10 de dezembro com o objetivo de "criar e consolidar hábitos de leitura e a descoberta de novos títulos, apresentando aos visitantes propostas desde os clássicos da literatura às mais recentes novidades editoriais".
"Na sala polivalente estarão expostos livros para jovens e adultos e na sala de exposições os livros para a infância", explicou a autarquia, acrescentando que o certame conta com um vasto programa cultural com atividades agendadas em diversos espaços culturais da vila de Grândola e também nas freguesias do concelho, com destaque para o espetáculo "Reinventar, por Diogo Piçarra – Diogo Piçarra em Pessoa" e o ciclo de cinema documental "Centenários", com exibições dedicadas a Mário Cesariny, Urbano Tavares Rodrigues, Eugénio de Andrade, Eduardo Lourenço e Natália Correia.
Durante os 17 dias da Feira do Livro há muito para descobrir e assistir:, entre elas atividades com o Centro Ciência Viva do Lousal, sessões de apresentação de livros pelos autores, sessões de leitura e de teatro para bebés e crianças e o espetáculo de teatro e promoção da leitura "A Minha Solidão Devia ter Asas", uma produção da Andante Associação Artística com interpretação de Cristina Paiva.
Segundo a autarquia, na escultura em mármore cinzento de Estremoz, da autoria de Jorge Pé-Curto, a imagem do poeta surge de forma icónica e multiplicada a partir do seu interior numa clara referência aos heterónimos da sua escrita e à sua personalidade contraditória e multifacetada.
Jorge Pé-Curto nasceu em Moura e enquanto artista plástico desenvolveu atividade na cerâmica, pintura, cartaz e gravura, mas foi na escultura, nomeadamente na pedra, que centrou o seu trabalho. Coletivamente, tem participado em diversas exposições em galerias, instituições várias, espaços comerciais e mostras escultóricas ao ar livre. Da sua autoria existem diversos trabalhos em vários concelhos do país.
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