Foto: CMG

As comemorações deste ano decorrem sob o tema “Mulheres em Liberdade” e propõem uma reflexão sobre o papel das mulheres durante a ditadura, mas também sobre a condição feminina na atualidade e os desafios que continuam por cumprir.

A ligação de Grândola ao 25 de Abril remonta a 17 de maio de 1964, quando José Afonso atuou na Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense. O ambiente de resistência e oposição ao regime vivido naquela coletividade marcou o cantor e compositor e deu origem ao poema “Grândola, Vila Morena”.

62 anos depois, o município volta a lembrar esse momento com três dias de programação cultural que arranca, no dia 15, às 21:00, no Cine Granadeiro – Auditório Municipal, com a peça “Feminismos. Citação”, de Carolina Campanela e Carolina Serrão. O espetáculo parte das inquietações das jovens mulheres portuguesas da atualidade.

No dia 16 de maio, às 17:00, o Cineteatro Grandolense recebe o documentário “Clandestina”, baseado na autobiografia de Margarida Tengarrinha, Memórias de uma Falsificadora – A Luta na Clandestinidade pela Liberdade em Portugal. O filme venceu o prémio “A Voz das Mulheres” no Porto Femme 2024.

Depois da exibição, haverá uma conversa com a realizadora Maria Mire e a historiadora Giulia Strippoli, moderada pela jornalista Catarina Marques Rodrigues.

As comemorações terminam no dia 17 de maio, às 18:00, também no Cineteatro Grandolense, com um concerto acústico em trio de IOLANDA.

Todas as atividades têm entrada gratuita.

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SANTIAGO DO CACÉM
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