Foto: CMAS

Silvério Regalado explicou que são 28 pessoas cujas habitações ficaram inabitáveis devido às cheias do rio Sado, durante as intempéries de janeiro e fevereiro.

“São cerca de 900 mil euros para fazer face à reposição da habitação de 17 famílias. Estamos a falar de 28 pessoas que foram desalojadas no comboio de tempestades, no caso concreto de Alcácer foi por via das cheias do rio Sado. Essas famílias foram afetadas, as habitações ficaram afetadas, ficaram inabitáveis.”

O apoio foi formalizado através de um contrato assinado hoje entre a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e a Câmara de Alcácer do Sal e permitirá ao município adquirir os módulos onde estas famílias se encontram alojadas.

Segundo o governante, as candidaturas para a recuperação das habitações já foram aprovadas e o financiamento está disponível, faltando agora avançar com as respetivas obras.

“Esse calendário está a ser tratado entre a Câmara Municipal e a CCDR, mas obviamente terá que ser feito com alguma rapidez, porque as candidaturas já estão feitas, já estão aprovadas pela CCDR, o dinheiro já está adiantado e, portanto, a obra tem que entrar em execução.”

Por seu lado, a presidente da Câmara de Alcácer do Sal, Clarisse Campos, considerou o acordo fundamental por permitir ao município adquirir os monoblocos instalados na Herdade da Barrosinha.

“É muito importante porque vai permitir que a CCDR do Alentejo transfira para a Câmara Municipal, ao abrigo deste contrato interadministrativo, a verba necessária para nós adquirirmos os monoblocos que estão na Herdade da Barrosinha, onde nós temos alojados 17 agregados familiares que ficaram com as suas casas todas inundadas.”

Depois do regresso das famílias às respetivas habitações, os módulos permanecerão na posse do município, ficando disponíveis como solução de alojamento temporário para futuras situações de emergência ou calamidade.

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SANTIAGO DO CACÉM
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