Foto: CMS

O plano, que vigora até 2030, aposta sobretudo na monitorização, deteção precoce e resposta rápida, uma vez que o Ministério do Ambiente considera praticamente impossível erradicar a espécie.

Entre as medidas previstas estão a utilização de imagens de satélite, drones, câmaras remotas e sensores subaquáticos, além da criação de uma base de dados nacional georreferenciada para acompanhar a evolução da alga.

No terreno, poderão ser aplicadas diferentes soluções, desde a remoção manual e mecânica à instalação de barreiras de contenção, consoante as características de cada zona.

O programa prevê ainda estudar formas de aproveitamento da biomassa recolhida e avaliar os impactos ambientais e económicos provocados pela espécie.

A alga, originária do Pacífico Norte, foi detetada pela primeira vez em Portugal continental no Algarve, em 2021, estando já disseminada pela costa alentejana.

Entre os principais impactos estão os prejuízos para a pesca, danos nas artes de pesca, perda de atratividade das praias e custos acrescidos para os municípios com a remoção da biomassa acumulada.

A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, defende que a prioridade passa agora por uma resposta nacional coordenada, que reduza os impactos nos ecossistemas, pescadores, turismo e populações.

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SANTIAGO DO CACÉM
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