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“Por um lado contamos reforçar o quadro de pessoal com a contratação de mais um assistente operacional, adquirir uma carrinha e, em termos de obras, contamos concretizar o prolongamento da rua Diogo Guerreiro e concluir o Parque da aldeia, junto à junta de freguesia e temos mais um conjunto de intervenções no âmbito dos equipamentos desportivos e culturais”, revelou o presidente da Junta de Freguesia de São Francisco da Serra, Pedro Gamito.

Além destes investimentos, em 2026, o autarca conta também disponibilizar “habitação para arrendamento acessível” e a cedência de “um lote para construção”.

“É uma habitação que a junta de freguesia tem e, para tal, pretendemos criar um regulamento e definir valores que sejam acessíveis, tendo em conta o mercado, com determinadas regras e com o respetivo concurso”, precisou.

As Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2026 foram aprovadas por maioria, com seis votos a favor da CDU e uma abstenção do movimento Smos Todos Cidadãos (STC).

De acordo com Pedro Gamito, eleito pela CDU, a junta de freguesia irá também “comparticipar a parte não financiada”, na ordem dos 15 mil euros, da candidatura efetuada pela paróquia para a “reabilitação da Igreja”.

“Está também para breve, a reparação dos caminhos rurais, com a aplicação de revestimento duplo”, no âmbito de uma empreitada lançada, em 2025, pela Câmara Municipal de Santiago do Cacém.

No âmbito desta empreitada, acrescentou, a junta vai “aproveitar para executar um troço que é da responsabilidade da junta e que vai resolver alguns problemas de acessibilidades a algumas habitações na zona rural” da freguesia.

“Estivemos reunidos com o executivo camarário, em dezembro, e indicámos um conjunto de intervenções que pretendemos ver desenvolvidas e estamos a aguardar o que será contemplado, tendo em conta o orçamento municipal, para podermos fazer mais algumas intervenções no decorrer deste ano”, afirmou.

Entre elas, “a melhoria da segurança rodoviária da Cruz de João Mendes e São Francisco” e “alguns troços da EM 544 que também está degradada”.

“Outra das preocupações é a questão da habitação e, uma vez que não existem terrenos municipais na freguesia, transmitimos à câmara a possibilidade de adquirir algum terreno” para resolver esta questão, defendeu.

O movimento associativo e cultural vai continuar a ser apoiado pela junta de freguesia que, este ano, assume o objetivo de reforçar a parceria.

“Nos últimos anos temos tido uma parceria muito forte com as coletividades”, com as quais “temos desenvolvido um conjunto de iniciativas, desde o Festival do Petisco e São Francisco Sons da Serra, e no fundo pretendemos dar continuidade a essas iniciativas porque percebemos que só em conjunto conseguimos fazer esse trabalho”, sublinhou.


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SANTIAGO DO CACÉM
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