DECIR do Alentejo Litoral reforçado com 216 operacionais na fase Delta
O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) no Alentejo Litoral vai mobilizar 216 operacionais e 49 veículos durante a fase de maior risco, entre 1 de julho e 30 de setembro, período em que estará também disponível um meio aéreo sediado em Grândola.
Foto: CMO
O comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio, explicou que a preparação para a época de incêndios incluiu ações de treino operacional e formação dirigida a bombeiros e outros agentes de proteção civil.
Na fase Bravo, que decorre entre 15 e 31 de maio, o dispositivo contará com 156 operacionais e 36 veículos, entre equipas de combate e meios de apoio.
Em junho, durante a fase Charlie, o número sobe para 204 operacionais e 46 veículos.
O reforço mais expressivo acontece na fase Delta, entre julho e setembro, quando estarão mobilizados 216 operacionais e 49 veículos. Deste total, 180 operacionais e 35 veículos estarão afetos diretamente às equipas de combate, enquanto 36 operacionais e 14 veículos integram outros meios de apoio.
Segundo Tiago Bugio, o dispositivo contará este ano com um helicóptero no Centro de Meios Aéreos de Grândola a partir de 1 de julho, destinado ao ataque inicial a incêndios nascentes.
O Alentejo Litoral poderá ainda contar com o apoio de meios aéreos localizados em Ourique, no distrito de Beja, e em Monchique, no distrito de Faro.
“São meios fundamentais para o ataque inicial porque, com a combinação dos meios terrestres, garantem o sucesso das missões”, sublinhou o comandante.
O DECIR integra Equipas de Intervenção Permanente, Equipas de Combate a Incêndios, Equipas Logísticas de Apoio ao Combate, Sapadores Florestais e elementos da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR.
Na fase mais crítica, estão previstas 10 Equipas de Intervenção Permanente, com 50 operacionais, 17 Equipas de Combate a Incêndios, com 85 operacionais, oito Equipas Logísticas de Apoio ao Combate, com 16 operacionais, sete equipas de Sapadores Florestais, com 35 operacionais, e meios da UEPS, com 10 operacionais.
Tiago Bugio referiu que o dispositivo deste ano é “muito semelhante” ao do ano passado, mas admitiu que seriam desejáveis mais meios, tendo em conta a dimensão do território e a necessidade de assegurar “um ataque inicial musculado” aos incêndios.
O dispositivo foi apresentado, no sábado, no concelho de Odemira.
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