Foto: CMG

O porta-voz da comissão, Jacinto Vinagre, descreveu a situação como crítica: “Aquilo não é uma estrada com buracos, mas um buraco de estrada”.

Segundo o responsável, o problema arrasta-se há mais de 15 anos, apesar das várias ações de protesto realizadas ao longo do tempo para pressionar as entidades competentes.

Em comunicado, a comissão refere que os utilizadores daquele troço, com cerca de 14 quilómetros, têm sido fortemente prejudicados, apontando para o aumento de acidentes e danos nas viaturas.

Segundo Jacinto Vinagre, a degradação da via agravou-se com as recentes tempestades que assolaram o concelho de Alcácer do Sal. 

Por isso, acrescentou o porta-voz, nesta ação, que tem início em Alcácer do Sal e segue até à aldeia de Alberge, numa extensão de cerca de três quilómetros, os utentes querem, mais uma vez, chamar a atenção do Governo e da Infraestruturas de Portugal para uma situação que persiste há muitos anos.

Jacinto Vinagre critica ainda o facto de este troço ter ficado excluído de intervenções anteriores: “Não faz sentido que o IC1 tenha sido requalificado entre a Marateca e Palma, e entre Grândola e Alcácer do Sal, e estes 14 quilómetros continuem esquecidos”.

O porta-voz recorda que as obras chegaram a ser iniciadas, mas foram interrompidas durante o período da intervenção da Troika, não tendo sido retomadas até hoje.

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SANTIAGO DO CACÉM
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