Foto: JFCA

O protesto apeado terá início em Cercal do Alentejo e seguirá até ao local afetado, numa ação que pretende chamar a atenção para a falta de resposta por parte da Infraestruturas de Portugal (IP).

Segundo Carlos Rodrigues, presidente da Junta de Cercal do Alentejo, os pedidos de esclarecimento e intervenção têm sido ignorados há várias semanas, apesar do impacto significativo da situação na vida das populações.

A EN390 constitui uma via essencial para a mobilidade e economia dos concelhos de Santiago do Cacém e Odemira, sendo utilizada diariamente por residentes, trabalhadores e empresas locais.

O encerramento da estrada obriga a desvios longos, agravados pelo aumento do preço dos combustíveis.

A Junta de Freguesia critica ainda o facto de apenas recentemente ter sido realizada uma inspeção técnica ao local, mais de um mês após a ocorrência.

Entre as soluções propostas, está a abertura parcial da via ao trânsito ligeiro, numa faixa não afetada, medida que, segundo a autarquia, não obteve qualquer resposta por parte da IP.

O protesto vai contar com a participação de autarcas das Juntas de Freguesia de Cercal do Alentejo e Vila Nova de Milfontes e dos Municípios de Santiago do Cacém e Odemira.

Com a aproximação da época de incêndios, os responsáveis alertam para os riscos acrescidos ao nível da segurança, proteção ambiental e resposta de emergência, defendendo que a intervenção na EN390 não pode ser mais adiada.

A organização apela à participação da população, sublinhando que se trata de “uma causa de todos e para todos”.

Comente esta notícia

Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Ao continuar a navegar estará a aceitar a sua utilização.