Em comunicado, a Marinha explicou que o exercício reúne 99 cadetes, apoiados por cerca de 50 militares da Escola Naval e do Corpo de Fuzileiros.

A iniciativa inclui ainda a participação de cadetes de várias instituições de ensino superior militar e de segurança, nomeadamente dois da Academia da Força Aérea Portuguesa, dois da Academia Militar, dois do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ISCPSI), bem como dois cadetes da Academia Naval da Roménia e dois da Academia Naval da Alemanha.

Durante seis dias, os participantes estão organizados em três companhias dedicadas à execução de operações nas componentes Marítima/Anfíbia, Terrestre Ofensiva e Terrestre Defensiva.

O objetivo é treinar e aperfeiçoar competências em áreas como planeamento, logística, comunicações, abordagem a embarcações, vigilância e reconhecimento, detenção e captura, sobrevivência e segurança passiva.

As atividades decorrem em cenários de elevado realismo, permitindo aos cadetes aplicar conhecimentos operacionais em contexto prático.

O programa do exercício inclui ainda um dia dedicado aos desportos em equipa e termina com a marcha militar “Marchex”, que será realizada ao largo das praias de Tróia.

A Escola Naval é um estabelecimento de Ensino Superior Público Universitário Militar responsável pela formação dos oficiais dos quadros permanentes da Marinha Portuguesa.

A instituição anunciou também que o edital para o concurso de admissão de 2026 já está disponível para consulta no seu portal oficial, estando o período de candidaturas aberto entre 22 de junho e 20 de julho de 2026.

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