Foto: CCDRA

A posição foi assumida pelo presidente da CCDR Alentejo, Ricardo Pinheiro, durante a reunião do Conselho Geral do Observatório, realizada na sexta-feira, no Instituto de Nossa Senhora de Fátima, em Vila Nova de Milfontes.

Esta foi a primeira reunião do Observatório em que participou Ricardo Pinheiro, que destacou a importância deste instrumento na articulação entre políticas públicas, agentes económicos e parceiros sociais.

Na intervenção, o presidente da CCDR Alentejo defendeu que o Observatório deve ser um espaço de acompanhamento, avaliação e antecipação, capaz de transformar os desafios da transição energética em oportunidades para o Alentejo Litoral.

Ricardo Pinheiro sublinhou ainda que o processo deve ser conduzido com proximidade ao território e às populações, garantindo que “ninguém fica para trás”.

Durante a reunião foi analisada a proposta de Plano de Ação do Observatório, documento que define prioridades nas áreas da diversificação económica, qualificação dos recursos humanos e promoção do emprego.

Foi também apresentado o ponto de situação da implementação do Fundo para uma Transição Justa, com destaque para as candidaturas submetidas e para o investimento já aprovado, sobretudo nas áreas da inovação produtiva e da diversificação económica.

A reunião abordou ainda as medidas de apoio dirigidas aos ex-trabalhadores da Central Termoelétrica de Sines, encerrada em 2021, incluindo instrumentos de integração no mercado de trabalho e mecanismos de compensação da perda de rendimento.

O Conselho Geral apreciou igualmente o Plano Anual de Avisos 2026/2027, que prevê investimentos em áreas como habitação acessível, mobilidade sustentável, inovação empresarial e qualificação profissional.


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SANTIAGO DO CACÉM
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