Foto: ACP

Em comunicado, a estrutura manifestou preocupação com a previsão de um novo aumento do preço do gasóleo, considerando que a subida agravará os encargos diários dos corpos de bombeiros.

A federação lembra que ambulâncias, veículos de emergência e meios de combate a incêndios têm de continuar operacionais, independentemente da evolução dos preços dos combustíveis.

Segundo a organização, os apoios extraordinários são necessários em períodos de maior pressão, mas não resolvem os problemas estruturais de financiamento das associações humanitárias.

A federação sustenta que os valores recebidos não acompanham os custos reais dos serviços prestados e que as associações têm suportado a diferença com recursos próprios.

Além do pagamento imediato do apoio já aprovado, os bombeiros reclamam a atualização da taxa de saída e do valor pago por quilómetro no transporte de doentes.

Entre as reivindicações estão também a revisão dos valores dos protocolos celebrados com o Instituto Nacional de Emergência Médica, a criação de um contrato-programa entre o Estado e as associações humanitárias e a introdução de mecanismos de atualização periódica dos montantes.

A Federação dos Bombeiros do Distrito de Setúbal espera uma resposta rápida do Governo que permita assegurar a estabilidade e a sustentabilidade financeira das associações.



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