Foto: DR

Em comunicado, a Federação recorda que o Centro Hospitalar Barreiro Montijo realizou 1.585 partos em 2022, sublinhando a importância do serviço para a população do distrito.

Os bombeiros alertam ainda para o aumento de partos realizados fora do ambiente hospitalar, referindo que a Península de Setúbal está entre as regiões mais afetadas. “Cada parto numa ambulância representa maior vulnerabilidade clínica”, pode ler-se na nota.

Com o eventual encerramento, as grávidas poderão ter de ser encaminhadas para o Hospital Garcia de Orta, em Almada, ou para o Hospital de São Bernardo, em Setúbal, unidades que já enfrentam constrangimentos. A Federação teme o aumento dos tempos de transporte e da pressão sobre os meios de socorro num distrito com cerca de 900 mil habitantes.

A estrutura apela ao Governo de Portugal para que reavalie a decisão, defendendo critérios de segurança e equidade territorial.

“Os bombeiros continuarão a cumprir a sua missão. Mas a emergência não pode substituir o hospital”, conclui o comunicado.

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