Foto: CMSC

Em declarações à rádio M24, o autarca considerou que o atual contexto internacional exige maior responsabilidade aos poderes públicos.

“Acho que com tanta gente com maneiras muito peculiares, estranhas de pensar, perigosas até, à frente de cargos de responsabilidade, como é o caso dos EUA, Israel, Rússia e outros, temos que dar o exemplo e tentar fazer nos nossos territórios diferente”, afirmou.

Para o presidente do município, esse exemplo deve passar pela construção de uma democracia mais próxima das pessoas, em que a participação tenha efeitos concretos na ação política.

“Temos de ter uma democracia verdadeira e não só de papel, participada, em que as pessoas tenham opinião, sejam ouvidas e que isso tenha consequências”, frisou.

Bruno Gonçalves Pereira alertou ainda que não basta escutar os cidadãos, defendendo que as suas reivindicações legítimas devem traduzir-se em medidas concretas por parte das autarquias.

“Já é grave não se ouvir e, se ouvirmos e daí não resultar que as aspirações legítimas impliquem depois uma ação das autarquias para resolver, seria grave”, acrescentou.

O autarca destacou também a participação registada na sessão do executivo camarário realizada hoje, considerando esse envolvimento como um sinal do exercício da liberdade.

“Hoje tivemos uma sessão bastante participada. Isto é o exercício da liberdade”, afirmou, referindo-se às intervenções de munícipes que voltaram a expor problemas antigos ainda por resolver.

Segundo o autarca, o caminho passa por analisar essas situações, procurar soluções para os problemas mais antigos e responder com a maior rapidez possível às questões que vão surgindo, com o contributo da população e também das forças da oposição.

“A mensagem que quero deixar é a mensagem de liberdade”, concluiu.

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SANTIAGO DO CACÉM
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