Foto: CMAS

Em declarações aos jornalistas, na segunda-feira, a autarca afirmou que os pedidos de ajuda estão a exigir “muita documentação e muitos formulários”, contrariando a informação inicial de que bastaria apresentar fotografias para aceder a apoios entre cinco mil e 10 mil euros para recuperação de habitações.

Segundo Clarisse Campos, os cidadãos que já tentaram formalizar as candidaturas têm transmitido um sentimento de frustração. 

Além do apoio às famílias, a autarca disse estar empenhada em encontrar soluções para os comerciantes e pequenos empresários atingidos pelas inundações.

A presidente defendeu a atribuição de apoios a fundo perdido, alertando que muitos negócios poderão não conseguir reabrir portas ou manter-se em funcionamento sem um reforço financeiro direto.

E questionou ainda porque razão os comerciantes e prestadores de serviços não podem beneficiar do mesmo tipo de apoio já concedido aos agricultores do concelho pelo Ministério da Agricultura.

As declarações foram proferidas no final de uma visita do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, às zonas afetadas pelas cheias em Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, integrada no roteiro “Parlamento Próximo”.

As inundações ficaram a dever-se à subida do caudal do Rio Sado, na sequência da chuva intensa, tendo mantido submersas durante vários dias a marginal e a Avenida dos Aviadores.

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SANTIAGO DO CACÉM
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