Foto: DL

A decisão surge depois de anteriores versões do projeto terem recebido pareceres desfavoráveis e impõe várias condições relacionadas com a utilização de água subterrânea e a proteção de habitats.

A área agrícola fica reduzida para cerca de 260 hectares e o consumo de água limitado a 1,74 milhões de metros cúbicos por ano, através de 12 captações. 

Em caso de conflito no uso da água, o abastecimento público terá prioridade. A Agência Portuguesa do Ambiente poderá ainda mandar interromper as bombagens ou rever os títulos de captação se forem detetados impactos negativos no aquífero. 

A consulta pública recebeu 387 participações, das quais 384 foram contra o projeto. Participaram 372 particulares, 13 associações ambientais e duas empresas. 

A Câmara de Alcácer do Sal manteve o parecer desfavorável, alertando para riscos ambientais e para a sustentabilidade da água subterrânea.

Também o Laboratório Nacional de Energia e Geologia defendeu que o projeto não deveria ser aprovado.

Já o ICNF e a Administração da Região Hidrográfica do Alentejo emitiram parecer favorável condicionado

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SANTIAGO DO CACÉM
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