André Ventura participa em Santiago do Cacém numa ação de recolha de alimentos para animais afetados pelos incêndios
O líder do Chega, André Ventura, participou, esta terça-feira, no concelho de Santiago do Cacém, numa iniciativa de recolha de alimentos para os animais afetados pelos incêndios na zona norte e centro do país, promovida pelo Chega e com o apoio de produtores locais.
Foto: DR
Durante a ação, que decorreu numa herdade agrícola da freguesia de São Domingos, no concelho de Santiago do Cacém, André Ventura ajudou a carregar alguns fardos de palha e rações para animais, com a ajuda de produtores da região que doaram 22 toneladas de alimentos para os animais afetados pelos incêndios que deflagraram nas últimas semanas.
Para um camião, que terá como destino os agricultores de Oliveira do Hospital e Arganil, foi carregado "feno [e] ração para vários tipos de animais", disse André Ventura, em declarações aos jornalistas.
"Foram várias pessoas que se juntaram para permitir esta oferta, o Chega apelou a que houvesse esta oferta porque encontrámos em vários pontos do país onde a terra tinha ardido, zonas onde as populações não tinham comida para os animais e entendemos que esta é uma dimensão que também não pode ser esquecida", afirmou.
Para o líder do Chega, este é o "sinal do verdadeiro país", salientando o papel solidário dos agricultores da região.
"Pessoas que não foram afetadas pelas chamas diretamente, mas sabem que podiam ser, pelas chamas ou por outras catástrofes, e não se esconderam, mostraram solidariedade para com outras pessoas de outras partes do país", sustentou.
Aos jornalistas, o líder do Chega assegurou que vai avançar com a comissão de inquérito aos incêndios desde 2017, apesar de PSD e PS defenderem uma comissão técnica independente.
“Acho que damos um sinal ao país, dizer que não temos medo de fazer esta comissão de inquérito. Serão chamados aqueles que tiverem de ser chamados, tenham sido governantes, tenham sido dirigentes dos ministérios da Administração Interna, Proteção Civil, todos os que tenham responsabilidade”, afirmou.
“Não vamos permitir que fique a ideia no ar de que alguém tinha medo de fazer esta investigação, de que o Parlamento tinha medo de fazer esta investigação”, salientou, prometendo apresentar um requerimento potestativo para forçar a constituição da comissão de inquérito.
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