Foto: CMSC

O programa é dedicado ao tema “Da Maleita à Cura”, explicou Sónia Silva, da Associação de Amigos de Alvalade. 

“Este ano focámo-nos no tema ‘Da Maleita à Cura’ e queremos, essencialmente, abordar o tema das doenças e, de certa forma, recriar uma grande instituição que existiu em Alvalade, que foi o Hospital do Espírito Santo, que foi criado pela Ordem de Santiago de Espada”, afirmou. 

As portas do mercado abrem às 12:00 e o banquete realiza-se meia hora depois, no Buraco do Rei. Às 15:00 começa o cortejo, que termina com a recriação da chegada de D. Manuel Primeiro e da concessão da Carta de Foral. 

O programa inclui oficinas de cerâmica e construção de um alaúde. Às 18:00  regressa a recriação do antigo hospital, onde também eram acolhidos os viajantes que passavam pela vila. 

“Este hospital tinha, essencialmente, a função de tratar, mas, como isto pertencia a uma rota comercial, a função essencial deste hospital era também funcionar como albergue para quem aqui passava. E sempre que surgia alguma doença era chamado o médico para tratar os doentes que ali passavam”, adiantou. 

A entrada custa cinco euros, mas os visitantes trajados a rigor não pagam,  explicou Sónia Silva. 

“Para os três dias são 15 euros, porque não temos pulseira única. O custo diário são cinco euros. Mantêm-se os cinco euros e os trajados não pagam, os trajados a rigor não pagam”, precisou. 

O programa termina com um espetáculo de fogo às 22:00, na Praça D. Manuel Primeiro. O encerramento oficial do Alvalade Medieval realiza-se às 22:30.

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SANTIAGO DO CACÉM
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