Afluência de visitantes a equipamentos culturais a "recuperar a pouco e pouco" no Alentejo
A diretora regional de cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira, disse que a afluência do público aos equipamentos culturais da região tem vindo “a recuperar a pouco e pouco” após a pandemia de covid-19. “Temos estado a recuperar a pouco e pouco”, explicou a responsável, admitindo que, após a reabertura dos espaços culturais, “não se [...]
A diretora regional de cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira, disse que a afluência do público aos equipamentos culturais da região tem vindo “a recuperar a pouco e pouco” após a pandemia de covid-19.

“Temos estado a recuperar a pouco e pouco”, explicou a responsável, admitindo que, após a reabertura dos espaços culturais, “não se assistiu a uma retoma completamente em força”, fruto também de “uma série de outros constrangimentos que advém da pandemia” e “as regras que tivemos de implementar”.
Por isso, acrescentou, a retoma dos equipamentos culturais afetos à Direção Regional de Cultura (DGR) do Alentejo e dos restantes espaços públicos e privados tem sido “segura, mas paulatina”.
“Não foi uma recuperação absolutamente em força, mas temos dado passos seguros e, felizmente, sem episódios negativos do ponto de vista da pandemia”, vincou.
Segundo Ana Paula Amendoeira, a afluência “não está longe” dos números registados em 2019, embora ainda não tenham sido atingidos “os mesmos valores” de visitantes.
Em declarações à rádio M24, à margem da inauguração da Feira de Agosto, em Grândola, que hoje termina, a diretora regional de cultura realçou a “maior flexibilidade” implementada nos serviços culturais, durante a pandemia de covid-19.
“Tivemos sempre uma gestão que nos correu bem na área dos equipamentos culturais e as pessoas responderam muito positivamente, as escolas, os programas educativos que, entretanto, conseguiram por em prática [atividades] muito adaptadas aquilo que eram os constrangimentos da pandemia, implementando programas diferentes”.
Foram “dois anos péssimos, sobretudo pelas perdas de vidas humanas, mas também tivemos de aprender uma série de outras coisas que vão ser úteis para os próximos anos, como uma muito maior flexibilidade que tivemos de aprender e implementar”, concluiu.
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