Foto: CMSC

Segundo o presidente da Câmara, Bruno Gonçalves Pereira, a autarquia pretende dar continuidade à iniciativa durante o outono e o inverno e manter o ciclo nos próximos anos.

“Teremos novas iniciativas ao longo do outono e do inverno e queremos continuar a desenvolver este ciclo nos próximos anos”, com a aposta em “artistas com qualidade, percurso e obra feita, mais do que seguir apenas aquilo que é "moda" num determinado momento”, referiu o autarca, citando num comunicado.

O conceito pretende aproximar a cultura das populações através de uma programação artística descentralizada e de qualidade, reforçando a oferta cultural no território, num investimento que, no seu entender, "deve estar acessível a todos os cidadãos do concelho".

O formato prevê a apresentação do mesmo artista em várias localidades, com o objetivo de descentralizar a programação cultural e levar espetáculos a diferentes pontos do concelho.

“Queremos que quem vive numa localidade mais pequena tenha também acesso a espetáculos de elevada qualidade, sem ter sempre de se deslocar para os maiores centros”, sstentou.

Segundo o autarca, a opção de apresentar o mesmo artista em várias localidades permite "chegar a mais pessoas e levar propostas culturais relevantes a locais onde, de outra forma, seria muito mais difícil fazê-lo”.

Na essência, “queremos aproximar a cultura das pessoas e garantir que o lugar onde se vive não determina a qualidade da oferta cultural a que se tem acesso”, acrescentou.

Nesta primeira edição, Rão Kyao apresentou o espetáculo “Fado Bambu – No Som da Palavra” em Alvalade, Ermidas-Sado, Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo e Vila Nova de Santo André.

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