Incêndio em fábrica de bacalhau congelado em Ermidas-Sado (atualizada)
Um incêndio deflagrou na manhã de hoje numa fábrica de bacalhau congelado em Ermidas-Sado, no concelho de Santiago do Cacém, estando ainda em curso, disseram fontes da proteção civil e da câmara municipal. Segundo disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, o incêndio deflagrou no interior [...]
Um incêndio deflagrou na manhã de hoje numa fábrica de bacalhau congelado em Ermidas-Sado, no concelho de Santiago do Cacém, estando ainda em curso, disseram fontes da proteção civil e da câmara municipal.

Segundo disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, o incêndio deflagrou no interior da fábrica de bacalhau congelado da empresa espanhola Maredeus, na Zona de Indústria Ligeira de Ermidas-Sado, no município de Santiago do Cacém.
O alerta foi dado pelas 09:04, estando as chamas “circunscritas ao interior da fábrica, não tendo deflagrado para nenhum edifício anexo”, acrescentou a mesma fonte.
Em declarações à Lusa, o vice-presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Albano Pereira, disse que o incêndio ocorreu “numa altura em que a fábrica estava parada e sem ninguém no interior”.
De acordo com este responsável, os bombeiros só estão a conseguir entrar no local “com garrafas de oxigénio, devido ao fumo”.
O vereador da Câmara de Santiago do Cacém, que tem o pelouro da proteção civil, afirmou ainda que “é provável que tenha sido um curto-circuito” a causar o incêndio na fábrica da Maredeus, onde trabalham, no total, “cerca de 300 pessoas”.
Segundo disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, quatro bombeiros foram transportados para o Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, “devido a má disposição”.
“Houve ainda mais um bombeiro assistido no local, devido ao calor e exaustão”, acrescentou.
Às 15:58 o incêndio foi dado como “dominado” num dos setores da fábrica e “ativo” num segundo setor, estando os trabalhos a decorrer “de forma favorável”, revelou o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral.
A mesma fonte acrescentou que se registou no local “uma fuga de amoníaco”, tendo sido chamada uma equipa especialista do Regimento de Sapadores de Lisboa.
Ainda assim, continuou, não existem riscos para a população, “uma vez que a localidade está desviada [da fábrica] e o vento sopra na direção oposta”.
No local encontram-se um total de 45 viaturas e 120 operacionais dos bombeiros de Alcácer do Sal, Aljustrel, Alvalade-Sado, Beja, Castro Verde, Cercal do Alentejo, Ferreira do Alentejo, Grândola, Odemira, Ourique, Santiago do Cacém, Santo André e Vila Nova de Milfontes, além da GNR e de equipas da Administração dos Portos de Sines e Algarve e do Regimento de Sapadores de Lisboa.
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