Foto: Bruno Pinto

A descoberta resulta de um programa de monitorização ambiental que acompanha a costa sudoeste desde 1997 e integra a atualização do inventário nacional destas espécies. 

Portugal tem agora 231 espécies marinhas não indígenas confirmadas, 159 das quais no continente. 

O estudo identifica o Porto de Sines como um ponto estratégico de entrada devido às rotas marítimas que ligam a Ásia, o Mediterrâneo, os Estados Unidos e África. 

O transporte marítimo, através da água de lastro e dos organismos fixados nos cascos dos navios, é apontado como a principal via de introdução. 

Os investigadores criaram ainda uma lista de vigilância com 22 espécies detetadas apenas através de ADN ambiental, funcionando como um sistema de alerta precoce para potenciais invasores.

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SANTIAGO DO CACÉM
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